Base Maybelline Super Stay


Super Stay 24H tem a fórmula e a tecnlogia de SuperStay
 agora em uma base que acompanha você o dia todo.
Proporciona alta resistência ao movimento, calor, 
umidade, suor e toque além de possui fator solar SPF 19
 que te protege do sol.



Excelente cobertura da pele, cobre as imperfeiçoes do rosto e dura muito tempo.
Não uso diariamente, apenas quando saiu a noite ou em ocasiões especias festas, jantares etc.
Pois pro dia a dia uso a BB da mesma linha.
O preço esta em torno de R$40,00  e vem com 30 ml que é o peso de praticamente todas as bases disponíveis no mercado. Eu uso a tonalidade Nude LIght, que mais se adapta a minha cor morena clara e como faço uso do Hormoskin creme pra manchas, estou com a face cada dia mais clara e essa tonalidade fica perfeita.

A base de longa duração Maybelline Super Stay 24h é perfeita para corrigir as imperfeições na pele e te fazer sentir mais linda do que nunca! Possui tecnologia microflex, permitindo que se movimente sem nenhuma restrição, pois a maquiagem não se trinca. Resiste ao calor, umidade do ar, suor e toques involuntários, além de possuir FPS 19 para proteger sua pele. Maybelline 

Vem em várias cores para você encontrar a perfeita tonalidade. Entre elas estão:

- Porcelain Ivory Light
- Classic Ivory Light 30
- Nude Light 50
- Pure Bege Medium 70
- Classic Bege Medium 60
- Honey Bege Medium 100
- Caramel Dark 110
- Cocoa Dark 120

Conheça todas as tonalidades clicando  AQUI 

Protetor Solar Expertise Facial Antirrugas

Solar Expertise Facial Antirrugas FPS 60 L'oréal Paris 

Estamos em pleno verão eterno e por isso o protetor solar facial é o nosso queridinho .
Eu estou fazendo o uso do SOLAR EXPERTISE da L'oreal.
Que alem de protetor é anti rugas, sua formula é OIL FREE e FPS 60.

O preço é tão bom quanto o produto, apenas R$ 29,90 com 50 gramas, ele é de fácil aplicação e rende muito.  Alem do rosto aproveito que o produto é bem homogenio e passo no pescoço e parte do colo e se sobrar passo na parte de cima da mão aonde aparecem aquelas manchinhas que aparecem com o passar da idade. E ele foi especialmente desenvolvido para o rosto, colo e mãos.
Eu encontrei ele e toda a linha AQUI.

COM ATIVO HIALURÔNICO QUE 
HIDRATA A PELE, PREVINE RUGAS E 
MANCHAS SOLARES E É RESISTENTE À ÁGUA

Solar Expertise Facial Antirrugas FPS 60
Vamos dar um Não para o envelhecimento da pele! 

Alta proteção contra os raios UVB, responsáveis pelas queimaduras do sol.

Antienvelhecimento:  Activa cell regenerador: inovação patenteada no cuidado da pele, estimula a defesa e a regeneração naturais da pele contra o envelhecimento, prevenindo rugas e manchas solares.

Vitamina E: ativo antioxidante que combate os radicais livres e reforça a resistência da pele contra as agressões externas. (Não contém PABA)
Dica: Na bolsa é indispensável ter um pra passar ao longo do dia caso não esteja maquiada e resolva lavar o rosto pra refrescar a face.


você encontra toda a linha nas lojas americanas com os melhores preços.


Hormoskin - A solução pra acabar com as manchas no rosto.

Ola meninas, dei uma descuidada e meu rosto ficou todo pigmentado, pintinhas marrons que estavam aumentando, se  juntando e virando manchas.

E dessa vez minha dermatologista me receitou  o Hormoskin creme da Germed/Ems.
Em novembro de 2011 usei o Vitacid Plus da Theraskin que custa em torno de R$ 80,00 como postei  aqui.

Estou usando a 25 dias e ja percebi a diferença na tonalidade da pele. Minhas manchas no rosto estão desaparecendo ao poucos. E por ser proibido a exposição ao SOL durante o tratamento minha pela em geral esta bem mais clara.


Como relatei antes, eu havia usado outros produtos como o Clariderme em 2011 que não deu resultado nenhum. Ha 17 anos atras apos a gravides do meu segundo filho, usei o Clariderme e tive um resultado satisfatório, mais dessa vez me decepcionei. Acredito que mudaram muito a formula.


Porem com com o Hormoskin creme meu rosto esta com uma cor bem uniforme, lisinha e as manchas nem são mais visíveis. 
O lado ruim de qualquer pomada clareadora é que o rosto fica mais claro que o restante do corpo, por isso quando suas manchar sumirem  use apenas uma vez por semana. As mais morenas não devem usar por um longo período, pois clareia muito o rosto
Lavo meu rosto varias vezes durante o dia, e uso protetor solar fator 50 ou 60 durante o dia todo e a noite lavo bem com sabonete Dove e passo o Hormoskin  em todo o rosto e como dito anteriormente evite a luz direta como a do computador e do abajur. 

Alguns dermatologista receitam manipulados, que são a mesma coisa e custam  1/3 do valor ou menos, então anotem ai a Formula que vem na embalagem e peçam seu medico a receita. >> Hidroquinona  4%, Tretinoína 0.05%, fluocinolona acetonida 0,01%

E uma coisa muito importante, não deixe o Hormoskin creme entrar em contato com os lábios, pois o estrago é enorme. 

Preço: R$ 58,27 

Descrição do produto
Hormoskin Creme 15g - Germed/Ems
Uso externo e adulto.
Princípio ativo: Fluocinolona acetonida + hidroquinona + tretinoína.
Contra-indicações: Criança menor de 12 anos, hipersensibilidade a fórmula.



Mega Outlet Polishop


Quem não fica namorando os produtos da POLISHOP e muitas vezes compra produtos similares por serem mais baratos. Então ao receber o e-mail da POLISHOP  quis repassar a vocês esse Mega Outlet que acontece nesse mês de Outubro. Espero que gostem, cliquem AQUI e boas compras.



A crença de que a felicidade é um direito

A crença de que a felicidade é um direitoTem tornado despreparada a geração mais preparada.


Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade.
E não foi ensinada a criar a partir da dor.

Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. 

Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. 
Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.

Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.



Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção.

E para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.

Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.

É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. 

Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?

Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.

Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. 

De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.

Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.

A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: 
“Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? 

É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.

Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.

Quando o que não pode ser dito vira sintoma 

já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.

Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.

Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.

O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. 

E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.

Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.


Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. 

Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.

Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. 

De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.

Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

Como você usa suas redes sociais?

Assim como o Sol nasce para todos, neste mundo digital e livre, todos também acreditam poder tornar-se um Mark Zuckerberg. Neste ritmo, novas redes sociais nascem todos os dias, literalmente. Muita informação. E como é que a gente, que gosta de estar sempre conectado, consegue lidar com tanta novidade?



Tem gente que usa aplicativos para postar, de uma só vez, em todas as redes sociais das quais faz parte. E daí vemos tweets postados no mural do Facebook, ou check-ins do FourSquare postados no Twitter. E assim vamos levando.

Eu, pessoalmente, tento sempre postar coisas diferentes em cada uma das redes sociais de que faço parte, pelo simples motivo de que tenho público diferente em cada uma delas, e também porque cada uma oferece formas diferentes de interação. Eles até tentam, mas a verdade é que não dá para marcar uma foto no Twitter, ou para fazer um RT comentado no Facebook. São coisas diferentes.

Em geral, uso minhas principais redes sociais assim:

- Facebook: o critério geral é aceitar pessoas que já encontrei pessoalmente. Amigos, amigos de amigos, colegas de trabalho e de escola. E normalmente, coloco lá mensagens mais pessoais, ideias e comentários que pessoas que já me conhecem certamente irão entender melhor. Além de fotos.

- Twitter: como costumo dizer, Twitter é broadcasting, e o editor é você. Lá coloco mensagens direcionadas para um público maior e mais abrangente. Conteúdo de interesse geral. Hoje já são mais de 200 mil seguidores, que obviamente não conheço pessoalmente. Não sigo necessariamente todos os meus amigos que estão no Twitter, para isso existe o Facebook, sigo pessoas interessantes para o tipo de informação, discussão e assuntos que busco desenvolver dentro do próprio Twitter.

- LinkedIn: essa rede social é focada em contatos profissionais, e realmente é só pra isso mesmo que eu uso. Lá está meu currículo, meu histórico, recomendações de antigos colegas de trabalho e clientes. Adiciono pessoas que já trabalharam comigo, ou que podem vir a trabalhar ou fazer algum tipo de parceria. Bem funcional mesmo.

E agora chegou também o Google+.

Por enquanto o grande assunto dentro do Google+, é o próprio Google+. E quem já tenho em meus círculos, são pessoas que já fazem parte de outros círculos, seja no Twitter, ou no Facebook. Por enquanto, só nos resta esperar e ver no que vai dar. Prometo um post sobre o Google+ em breve.

Cada um tem seu jeito de lidar com redes sociais, não existe regra. Mas o que nenhum de nós pode perder de vista, é que neste ambiente onde todos estão conectados, mais do que o quê você quer dizer, a grande inspiração é o outro, são as pessoas que estão te lendo do outro lado da timeline. No fim, é para cada uma delas que estamos escrevendo, e é só isso que importa. Pedro Tourinho

Aprendi ...

Att: Edmaura

Me criticam por eu sempre retribuir as maldades com um sorriso, 
acompanhado de um olhar sereno e com frases que inalam o perfume das rosas. 
 "Já falei que cada um doa aquilo que tem...eu sou assim." 


Afinal, o que é o amor?



O amor não traça o seu destino. O nome disso é GPS.
O amor não faz o coração bater mais rápido. O nome disso é arritmia.
O amor não te deixa à mercê da vontade alheia. O nome disso é Boa Noite Cinderela.
O amor não te deixa temporariamente cego. O nome disso é spray de pimenta.
O amor não te deixa saltitante. O nome disso é Pogo Bol.
O amor não te deixa quente e te leva pra cama. O nome disso é dengue.
O amor não te faz acreditar em falsas promessas. O nome disso é campanha eleitoral.
O amor não faz brotar uma nova pessoa dentro de você. O nome disso é gravidez.
O amor não faz você sentir-se especial. O nome disso é deficiência física.
O amor não te enche de esperanças e perspectivas de sucesso. O nome disso é livro de auto-ajuda.
O amor não faz você se sentir frágil e sensível. O nome disso é tensão pré-menstrual.
O amor não abre a cabeça das pessoas. O nome disso é traumatismo craniano.
O amor não te faz pular de alegria e esquecer os problemas. O nome disso é carnaval.
O amor não tira suas defesas. O nome disso é HIV. .
O amor não é compartilhar absolutamente tudo com o outro. O nome disso é comunismo.
O amor não te faz esquecer de tudo. O nome disso é amnésia.
O amor não te deixa com falta de ar e um aperto no peito. O nome disso é asma.
O amor não te faz perder a articulação das palavras de repente. O nome disso é AVC.
O amor não te faz arder em chamas. O nome disso é combustão instantânea.
O amor não te deixa completamente feliz. O nome disso é Prozac.
O amor não leva teu café da manhã na cama e ainda dá na boquinha. O nome disso é enfermeira.
O amor não te faz ver tudo com outros olhos. O nome disso é transplante.
O amor não faz você dar suspiros. O nome disso é dia de Cosme e Damião.
O amor não é aquela coisa brega, mas que te remexe todo. O nome disso é Banda Calypso.
O amor não te deixa molinho e manhoso. O nome disso é Rivotril.
O amor não te liberta. O nome disso é alvará de soltura..
O amor não retribui suas declarações. O nome disso é restituição de imposto de renda.
O amor não faz seu mundo girar sem parar. O nome disso é labirintite.
O amor não te deixa completamente imóvel. O nome disso é trânsito de São Paulo.
O amor nao te faz sentir borboletas no estomago, o nome disso é fome.
O amor não te dá a chance de mudar o que está distante de você. O nome disso é controle remoto.
O amor não te faz olhar pro céu e ver tudo colorido. O nome disso é queima de fogos de artifício.

Afinal, o que é o amor?

O Manual de Sobrevivência para mulheres acima do peso

Esse manual foi retirado do blog mulherão. 
Um blog que acompanho a muito tempo. E sempre que leio esse texto me convenço que tudo que é imposto, não é necessariamente oque precisamos. Nao é oque realmente queremos para nossas vidas. Não quero ser iqual a moça da  revista, toda  retocada pelo fotoshop . Quero ser aquela que encanta pelo geito verdadeiro de ser, sou real por isso nao vivo para realizar os sonhos dos outros. Estou aqui pra realizar os meus sonhos, pra viver a minha vida, pois nimquem nunca conseguirar ser feliz, tentando viver uma realidade que nao seje a sua.
Leiam o texto ate o fim e surpreenda se com a verdadeira subtileza da realidade . 

Como diria La Rochefoucald   
Antes de desejarmos fortemente uma coisa, 
devemos examinar primeiro qual a felicidade daquele que a possui.

Edmaura
Nas estantes das livrarias estão repletas de Best Sellers sobre como emagrecer em tempo recorde e ser, entre tantas outras coisas, uma pessoa com padrão físico aceitável. Mas aceitável para quem? Afinal, você deve emagrecer para se sentir melhor ou para fugir dos olhares maldosos alheios?
Em uma loucura desenfreada, mulheres acima do peso devoram esse tipo de literatura para serem aceitas por uma sociedade preconceituosa. São dietas dos pontos, da sopa, das proteínas, e mais uma infinidade de sentenças de greve de fome em forma de livro. Mas o que essas mulheres se esquecem é que nem sempre emagrecer é o melhor remédio para uma pessoa acima do peso. Um grande emagrecimento, em um curto espaço de tempo, pode comprometer seriamente a sua saúde. Mas isso, eu tenho certeza, você está cansada de saber. Assim como também já está cansada de saber sobre a terrível falta de elasticidade na pele que o efeito sanfona provoca. Isso sem contar no seu mau-humor que, sem dúvida, fará parte do resultado de sua dieta milagrosa.
Mulher que emagrece muito rápido torna-se demasiadamente chata. Fica contando calorias no jantar, recusa-se a tomar um sorvetinho no sábado à tarde com o maridão. E o pior, ainda faz um escarcéu insinuando que o companheiro está tentando sabotar a sua dieta só para vê-la eternamente gorda e, com isso, nem um pouco atraente para os outros homens.  E a mulher em regime vai mais além em suas sandices. Foge das confraternizações de final de ano na empresa só para não se deparar com os canapés deliciosos. Foge também das reuniões de família e, conseqüentemente, dos bolos que a avó prepara, das tortas que só a sogra sabe fazer e dos irresistíveis salgadinhos feitos pela mãe.
Enfim, se inicialmente você pretendia ficar magra para ser aceita pelos outros, acabará, na verdade, se afastando de todos. Para completar, será uma magra solitária, frustrada por não poder comer e fazer o que bem entender, e com uma provável gastrite. Sem esquecer que você terá uma irremediável pele flácida e um rosto que, certamente, estampará olheiras escuras e profundas. Parabéns! Você terá uma aparência cadavérica, será triste e não terá ninguém por perto.
É realmente isso que você quer para a sua vida?
Porque eu tenho algo muito diferente pra te propor. Que tal um manual que poderá te ajudar a ser feliz, muito feliz, assim, do jeitinho que você é? Um manual em que o emagrecimento não seja o seu principal objetivo, mas a conseqüência de uma vida bem vivida.  
É um super manual com dicas para alavancar a sua auto-estima, ser uma fera no sexo, valorizar o seu tipo físico e cuidar da sua saúde. Imagine poder conquistar o homem que você quiser, despertar olhares de admiração e inveja em uma festa… Isso é possível! Você vai aprender a se aceitar, a valorizar o seu corpo e a conhecer as suas qualidades. Qualidades essas que te faz uma mulher muito especial. Afinal, para que querer ser igualzinha a todo mundo, quando na realidade você pode ser única?
E não pára por aí. Pra te dar um ânimo extra, este manual traz depoimentos especiais de mulheres acima do peso, e que são muito poderosas. Elas revelam seus segredos e te ensinam como se tornar um mulherão, com todas as letras.
Pronto! É só começar a ler o seu manual para mulheres acima do peso e colocar as dicas em prática. A sua vida vai mudar para melhor!

O hábito de reclamar de tudo é uma doença contagiosa

No vídeo abaixo Augusto Cury aborda um tema de grande importância: o hábito de reclamar. Cada dia torna-se maior o número de pessoas nesta epidemia que causa grandes danos nos relacionamentos e empresas. Augusto Cury, é o autor mais lido da última década, segundo a Folha de SP.






    

Não se produz mudanças reclamando, mas sim agindo. 
Reclamão é um agente passivo, murmurador e improdutivo. 
Já o INCONFORMADO, o que rejeita a FORMA do sistema, é ativo e faz a diferença. O mundo está carente de inconformados e cheio de reclamões em todos os setores da sociedade.
O mais interessante é q tem muito reclamão por aí q se acha "o inconformado". Pra diferenciar um do outro, avalie o seu RESULTADO, o que ele produziu para o mundo. Se não produziu nada, é um mero reclamão, nada mais do que isso :)



Augusto Jorge Cury (Colina2 de outubro de 1958) é um médicopsiquiatrapsicoterapeuta e escritor.
Seus livros já venderam mais de 20 milhões de exemplares somente no Brasil, tendo sido publicados em mais de 60 países. Foi considerado pelo jornal Folha de São Paulo o autor brasileiro mais lido da década. (wikipedia)
Agradecimentos: Geração de Valor

Edmaura Martins

A fita métrica e a balança não me fazem temer a vida. 
Pois elas não representam que eu sou.

 Pois Cansei de tentar me adaptar a um mundo ao qual não pertenço. 
Vou ser eu mesma e deixar que o mundo se adapte a mim"


Conforto definido pelas medidas

Projeto de lei obriga empresas aéreas a destinar poltronas a passageiros com IMC superior a 40 ou com 65 centímetros de coxa

O conforto de pessoas obesas ou muito altas em viagens de avião deve entrar para o rol de obrigações das empresas aéreas se um projeto de lei for aprovado no Congresso Nacional. Metade das poltronas da primeira fileira e das saídas de emergência – que têm maior espaço para as pernas, tanto em voos nacionais como internacionais – deverá ser reservada pelas companhias e oferecida a pessoas que se enquadram em algumas especificidades físicas.

Os passageiros beneficiados seriam aqueles que têm mais de 65 centímetros entre o glúteo e o joelho ou índice de massa corpórea (IMC) igual ou superior a 40 (peso dividido pela altura ao quadrado). Eles também teriam preferência no embarque, como idosos, gestantes e deficientes.

O projeto de lei foi protocolado na semana passada na Câmara pelo deputado federal paranaense João Arruda (PMDB). O parlamentar conta que pensou na proposta depois de testemunhar casos em que passageiros viajaram de modo desconfortável por terem sido conduzidas a poltronas convencionais. Para ser aprovado, o projeto tem de passar por algumas comissões na Câmara, como a de Constituição e Justiça (CCJ).

Medição
Como o texto de Arruda não determina de forma clara como a medição seria feita nos passageiros que venham a se declarar obesos ou altos demais, o deputado diz que uma emenda poderá ser sugerida para garantir que somente aqueles que realmente precisem sejam beneficiados. “Creio que uma medição teria de ser feita pouco antes do embarque”, afirma.

Para Arruda, as companhias diminuíram a distância entre as poltronas nos últimos anos para aumentar a capacidade de passageiros e, consequentemente, a rentabilidade. “Há empresas que fizeram uma espécie de comércio paralelo, cobrando preço mais alto pelas poltronas da primeira fileira e da saída de emergência”, conta. “Se ninguém paga, os assentos ficam vazios, mesmo que haja passageiro apertado no avião.”

Legislação
A legislação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) não determina a distância e o tamanho mínimos das poltronas nas aeronaves. A única exigência é de que toda a tripulação e passageiros consigam deixar o avião em no máximo 90 segundos em situações de emergência. Em março, a Anac criou um selo a ser usado por empresas para especificar ao passageiro a distância da poltrona em que ele estará acomodado durante a viagem. A categoria com espaço mais estreito (E) indica que o assento tem menos de 68,5 centímetros da poltrona da frente. Já a categoria A indica espaço igual ou superior a 73 centímetros.

A Anac informou que a maioria das companhias está em processo de adesão ao selo. Para determinar as medidas mínima e máxima, a Anac fez uma pesquisa com 5,3 mil passageiros, de 15 a 87 anos, em 20 aeroportos do país. O resultado apontou que a medida entre glúteo e joelho da maioria dos brasileiros varia de 55 a 65 centímetros e o IMC é de até 39. Para todos que se enquadram nesse perfil, as poltronas convencionais são consideradas confortáveis.

A reportagem procurou as companhias aéreas TAM, Gol e Trip para verificar a distância das poltronas e a comercialização diferenciada de assentos que têm mais espaço para as pernas. A Gol informou apenas que atende à legislação vigente. A TAM também não divulgou a distância entre as poltronas, mas disse que não cobra a mais por aqueles que ficam na primeira fileira e na saída de emergência. Já a Trip não respondeu à solicitação.

Efetividade
Obesos beneficiados, altos não
Se aprovada, a nova medida deve beneficiar principalmente os obesos no Brasil. O motivo é que o grupo dessas pessoas cresceu gradualmente nas últimas décadas. De acordo com pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), abrangendo o período entre 1974 e 2009, o porcentual de obesidade saltou de 2,8% para 12,4% entre os homens e de 8% para 16,9% entre as mulheres.

Na última semana, vários jornais em todo o mundo divulgaram o caso de uma mãe e sua filha que, por serem consideradas obesas, foram impedidas de embarcar em um avião nos Estados Unidos. Segundo a BBC Brasil, Kenlie Tiggeman e sua mãe, Joan Charpentier, ouviram de um funcionário da companhia área Southwest Airlines que eram “gordas demais para voar”, diante de uma centena de passageiros.

Entre as pessoas mais altas que a média nacional, nem todas seriam beneficiadas. O ala-pivô do time de basquete de Campo Mourão, Glediman Ferreira Lima, 28 anos, por exemplo, não teria direito às poltronas especiais, pois tem 64 centímetros de distância entre o glúteo e o joelho. Mesmo assim, ele conta sofrer quando tem de viajar de avião porque o espaço entre as poltronas não foi pensado para quem tem 2,02 metros de altura. Sinal de que as medidas do projeto de lei talvez tenham de ser revistas.
“Como o espaço é pequeno para as pernas e o encosto das costas termina um pouco abaixo do meu pescoço, geralmente, o jeito é ficar meio de lado para a viagem ser menos pior”, afirma. “Mesmo assim, sinto dor nas pernas e também nas costas.” Questionado se aceitaria passar mais de 10 horas em um avião para a Europa, ele foi categórico: “Não daria conta”.

A nova geração de homens mimados

Isso aqui certamente não foi escrito para os leitores PapodeHomem. É direcionado aos “moleques de prédio”, gente que ainda não saiu do berço.
O que antes era mais restrito a famílias ricas agora se espalhou pela classe média: dá para ser mimado mesmo sem dinheiro. No entanto, a nova geração de homens com fraldas não é uma categoria de seres, mas um estado de carência e fragilidade no qual qualquer um pode cair.
É por isso que minha motivação não é ridicularizar tais homens, mas apontar os problemas que surgem quando nos posicionamos desse modo na vida. Escrevo, pois, do mesmo lado dos fracotes, não me opondo, não criticando por fora. Estamos todos no mesmo time e desejamos todos uma vida livre de mimos e carências, não é mesmo?
Destaco 8 comportamentos, 8 tipos de fraldas, que podem ser encontrados na nova geração de homens mimados. Bons motivos pelos quais toda mulher deveria reclamar, xingar, gritar, trair, humilhar, abandonar seu homem. Comento cada um deles com o desejo de que todos nós possamos superar tais fixações e cultivar uma mente livre, um corpo potente, uma vida generosa.

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Qual a sua?

Eles não comem mamão

Durante um almoço com a equipe de trabalho, descobri que o estagiário não gosta de suco de laranja com beterraba. Não gosta e não bebe. Em outro almoço, enquanto eu me enchia de mamão, me surpreendi com um: “Hum… Mamão eu nunca comi”. Sério, isto deveria ser diagnosticado e tratado como doença. Sou do tempo em que todos bebíamos o mesmo suco em família. Nada de “O que você quer?”, “Ah, eu quero Coca zero”, “E você?”, “Água de coco”, “E…”, “Ai, não, não quero nada”.
Não é necessário abandonar as preferências, claro, apenas não ser tão refém de “gosto” e “não gosto”. Eu não gosto muito de grão de bico na salada, por exemplo, mas como. Repito: “Toda mulher deveria desconfiar do desempenho sexual de um homem que não come de tudo”. Com exceção dos vegetarianos praticantes do tantra supremo, se você não come de tudo, meu caro, não há possibilidade alguma de você comer bem uma mulher.
Créditos: Fábio Rodrigues (@iodris)

Eles sentem “nojinho” no sexo

Já vi homens contarem que brocham com cheiros estranhos na cama ou que não transam com mulheres menstruadas. Ora, as mulheres nos lambem quando estamos suados, levam por trás, chupam, engolem… e nós queremos encontrar perfume francês debaixo da calcinha?
Se você fizer sexo irrestrito, certamente vai sujar o lençol e seu próprio corpo com todo tipo de excreção. O homem cuja consciência tudo atravessa não rejeita odores considerados nojentos. Respira tudo pra dentro, sem exceção. Quando encontra sangue ou restos de fezes na camisinha, ele dá um sorriso sacana e orgulhoso. ;-)

Eles se masturbam e gozam sozinhos

Imagine Chuck Norris, Gandhi ou Barack Obama vendo um filme pornô e melecando a mão. Ceninha no mínimo estranha, não é mesmo? O que é bastante saudável na adolescência deveria ganhar outro enfoque quando viramos homens. Qual o sentido em ejacular sozinho um dia antes de encontrar sua namorada? Por que desperdiçar na tela do computador a potência que você poderia usar com uma mulher? O cara ejacula o tempo inteiro e depois reclama que não consegue prolongar a penetração com a namorada!
O homem que goza sozinho quase todo dia, qual mente ele está cultivando? O que você acha que ele vai desejar quando for para a cama com uma mulher? Se temos o hábito de ficar nos agradando, focando apenas em nossas sensações, é isso que vamos continuar fazendo diante de uma mulher pelada.
Se quer mimo, peça para sua prima de 45 anos transar com você.
"Vem cá, a prima vai fazer um striptease pra você"

Eles não limpam o banheiro

Um homem só consegue parar de fazer cagada na vida depois que aprende a limpar sua privada. Ele suja, a mãe limpa. Ele dorme, a empregada arruma a cama. Que tipo de homem é esse? Enquanto tratarmos o mundo como um hotel, seremos hóspedes.
Para além da privada, o mundo. Aquele que joga lixo no chão deixa seu mundo menor, exclui a rua, exclui o banheiro público, se distancia de tudo o que poderia incorporar à sua moradia como um cidadão do planeta. É por isso que os homens mimados só olham para o próprio umbigo: ali reside seu mundo, a única coisa digna de limpeza.

Eles não sabem o que querem da vida

Fato: se o homem não sabe o que fazer com sua vida, não saberá o que fazer com sua mulher. Além dos adolescentes que perdem tempo com distrações e jovens que patinam entre mil opções existenciais (alvos fáceis para essa crítica), há outros casos mais sutis, já que nem sempre ter dinheiro, poder, casa e família significa ter direcionamento na vida.
A nova geração de homens mimados pode ser representada pela imagem de moleques emos que não comem agrião ou por executivos dentro de uma Mercedes-Benz que nunca chegam a lugar algum. Ainda que eles consigam tirar muito da vida, pouco tem a oferecer. Como afirma Alan Wallace, nossa felicidade e a sensação de ter uma vida com sentido não é proporcional ao que extraímos do mundo e das pessoas, mas àquilo que trazemos ao mundo e às pessoas. Não é por acaso que encontramos muitos homens bem sucedidos completamente infelizes e impotentes, sem saber o que mais fazer com a vida (e com a mulher na cama).

Eles fazem o que têm vontade

O homem mimado se move com a certeza de que sempre há alguém olhando por ele, pronto para protegê-lo, socorrê-lo, salvá-lo, resgatá-lo e levá-lo ao hospital. A sensação de proteção divina e a confiança em um resgate paternal tiram sua responsabilidade: ele pode fazer qualquer coisa pois tudo acabará bem. E assim surgem os casos de colegiais estupradas, índios queimados, carros batidos, grávidas abandonadas, filhos abortados… O pai paga a faculdade para que o filho possa matar aula e beber.
O homem muda de vida quando deixa de fazer o que tem vontade e começa a fazer o que tem de ser feito. Não é à toa que a maioria dos caras que conheço só viraram homem quando tiveram um filho. Para fazê-los dormir, acabamos saindo do berço! Com outro ser à vista, vamos além de nossos impulsos e desejos de satisfação imediata. Desenvolvemos generosidade, talvez a maior qualidade de um homem guerreiro.

Eles não sabem o nome dos porteiros do prédio

O que eles estão fazendo? Você tem mesmo interesse?
Autocentrados, os meninos mimados não tem interesse por aquilo que não pertence ao seu universo imediato. Lembro de um cara que me perguntou o que eu faria no fim de semana, ao que respondi falando de meditação e TaKeTiNa, uma técnica que usa a polirritmia para transformação da mente. Se eu tivesse falado que passaria o tempo todo dormindo, teria dado mais papo. Ele simplesmente ignorou, ainda que nunca tivesse meditado nem conhecesse TaKeTiNa.
O homem mimado perdeu a curiosidade que faz nossos olhos brilhar. Em seu prédio, seis porteiros se revezam e ele não sabe o nome de nenhum. A melhor amiga de sua irmã, o tema da pós-graduação do seu colega de trabalho, a viagem importantíssima que seu primo fará… Ele esqueceu dentro de sua apatia distraída. Quando você o encontra, ele sempre tem algo a falar e dificilmente oferece um espaço de autêntica escuta.

Eles buscam conforto

Mesmo depois de começar a morar sozinho e não mais depender financeiramente de meus pais, percebi o quanto ainda eu mesmo me mimava. Comprava frutas na feira para a ex-namorada, pagava as contas, limpava o banheiro, mas ainda assim dormia até me atrasar e enrolava o máximo possível quando era preciso fazer tarefas chatas na empresa ou em casa.
Nossos ancestrais caçavam animais, passavam frio, viviam à beira da morte. Nós pedimos pizza, usamos edredons e andamos de elevador com ar condicionado. Concordo que não dá mais para sair com um porrete para caçar antílopes, mas é preciso resgatar alguns comportamentos que ativam a energia masculina do destemor. Podemos começar com pequenas coisas como dispensar luva e cachecol se não estivermos congelando. Sempre me pergunto quando vejo um homem todo encapotado em uma temperatura de 15 graus: “Por que não sentir frio? Qual o problema?”.
Eu moro em São Paulo, não tenho luva, gorro ou cachecol, ando de camiseta e tomo banho gelado no frio. Nada demais, porém isso me deixa vivo e desperto. Tenho um amigo que nunca entende como eu posso passar um feriado em retiro, madrugando para meditar o dia inteiro, sem música, sem bebida, sem cafuné, sem diversão ou conforto algum, e ainda pagar por isso!
O conforto nos entorpece. Viver embaixo do edredon nos deixa sonolentos em vez de disponíveis, anestesiados em vez de atentos. É por isso que admiro mestres de meditação que, mesmo com toda a possibilidade de viver uma vida confortável, escolhem condições desafiantes como dormir no chão numa esteira de meditação em uma casa sem energia elétrica ou ficar imóvel com água congelante batendo na cabeça durante a meditação takigyo.
Takigyo: mestre budista medita em uma cachoeira (Templo Oiwasan  Nissekiji em Toyama, Japão)

Enfim, como salvar essa geração?

Basta que cada homem mimado comece a se observar para perceber traços de irritabilidade, ansiedade, impulsividade e autocentramento. Em vez de trazer o conforto e o prazer que esperamos, os mimos causam aflições mentais e corporais. Sofremos mais, adoecemos mais. Assim que percebemos o problema, começamos a mudar por puro instinto de sobrevivência.
Se você namora um homem que manifesta algum dos comportamentos acima, não ceda aos seus mimos, dificulte as coisas, peça para ele ir à feira sábado às 6h só para comprar um pedaço de gengibre – diga que o do mercado não funciona para o chá que deseja preparar (isso já aconteceu comigo!). Peça que ele limpe o banheiro um dia antes da empregada chegar. Diga que não vai transar se ele não ficar duas semanas sem ejacular.
Se você é amigo de um cara mimado, desafie-o, encha o saco, tire sarro até ele mudar. Convide-o para algo que ele não domina: mergulho, rafting, montanhismo, poker, meditação ou uma noite de salsa com várias amigas.
Se você tem dúvidas se é um homem mimado, apenas se faça 3 perguntas: 
“Há alguma comida que eu rejeite?”, 
“Quanto tempo eu passo fazendo coisas para mim mesmo e quanto tempo eu gasto    com foco em outras pessoas, direta ou indiretamente?”,
 “Com que frequência eu reclamo ou fico irritado?”.
Você pode tentar terapia cognitivo-comportamental, mas há meios mais simples e baratos de deixar de ser moleque de prédio. Como o mimo não é uma patologia biológica ou um distúrbio psicológico por excelência, mas um comportamento negativo (sintoma ou não de um problema maior), vou propor um método simples de cura. Nada muito sério ou científico: para quem não lava a privada, compre água sanitária e coloque AC/DC. Simples assim. Contemple sua própria vida, invoque desafios e elimine os seus mimos.
No próximo almoço, encha o prato com tudo o que normalmente não escolheria e coma com gosto. Supere a aversão a cheiros ruins, evite ejacular quando não tiver uma mulher na sua frente, pergunte o nome do porteiro, olhe o caixa nos olhos quando desejar “Um bom fim de semana pra você”, beba menos, faça alguma prática que lhe prive de todo conforto por algum tempo (seja umavision quest ou um retiro de meditação), seja curioso em relação à vida de outras pessoas, tome banho gelado e dispense o cachecol. Enfim, vire homem.
E você? Que outros comportamentos observa em seus amigos mimados?
P.S.: Para mimados ou guerreiros, deixo um convite: de 25/7 a 23/8, vai rolar 5 workshops intensivos de TaKeTiNa. É uma experiência mind blowing. Recomendo! Todas as infos estão no meu blog sobre polirritmia. Estarei em todos os workshops, espero encontrá-los!
Este post é resultado de nossas práticas, diálogos e treinamentos na Cabana PdH. Quer entrar no Dojo?
Gustavo Gitti

Quase professor de TaKeTiNa, baterista sem bateria, meditante que não medita, ex-bolsista de dança de salão, ex-estudante de filosofia e ex-solteiro. 
É editor do PapodeHomem, autor do Não2Não1, colunista da revista Vida Simples e caseiro da Cabana PdH
No Twitter: @gustavogitti.

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